03:30h

5.1.07

A ti

Hoje soube agarrar o tempo na medida certa! Fixei os olhos em ti e procurei captar todos os teus pormenores, enquanto me contavas as tuas peripércias. E que doces peripércias, avó! Ninguém é como tu. Por um segundo quase que me ria, quase que chorava, quase que te abraçava, quase que dizia o quanto significas para mim. Quase... Mas não quis roubar o doce momento. Preferi continuar a contemplar a tua luz em silêncio. A vontade do abraço gordo persistiu, e a vontade de chorar ameaçou a minha força. Mas não tinha motivo para abraçar... Não queria que me perguntasses o porquê do abraço. Afinal, não deveria existir nenhum porquê. Acabei por me vingar na nossa despedida de hoje e, no lugar dos dois beijinhos, levaste um abracinho harmonioso e carregadinho de "mim". Com esta coisa toda acabei por ficar ansiosa por te ver amanhã!

Sabes o que pensei agora, mesmo agora? Que se pudesse pedir um super-hiper-mega desejo, eu pedia voltar a vê-lo (e ás outras duas estrelas) e trazê-lo a ti. Nem que fosse por 10 minutos. Eu juro que apenas precisava de 2 minutinhos para abraçá-lo infinitamente e dizer que nunca, nunca, nunca, nunca, nunca... o vou esquecer, e que ele será sempre uma letrinha na "minha" palavra AMOR.

Sabes... por maior que seja o medo de te perder um dia, isso só me faz amar e amar ainda mais cada momento que partilhamos. "Que seja eterno enquanto dure e que dure eternamente"...

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